terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Queria escrever coisas lindas, mas não tenho aquela velha inspiração de antigamente, não vejo a luz do sol, a claridade daquela bela lua cheia, que luar foi aquele, inspirou os versos do alguém que não sabe nem verdadeiramente o que seria o português, mostrou palavras de alguém que verdadeiramente ama, trazendo colocações nunca feitas por este autor que aqui vos fala.Hoje tenho a certeza que escrever seria meu forte, mas a falta de prática me leva a fazer frases pequenas, versos ligeiramente simples, mas colocados com muita sinceridade e amor. Agora o que vejo é uma pequena luz no fim do túnel, não sei o que seja essa luz, mas o que desejo é sair dessa escuridão, que atormenta a cada dia a vida de pessoas que amo. Sei que o tempo de Deus vai me mostrar a verdadeira luz que se esconde em meio a essa vasta escuridão e que eu serei novamente inspirado a escrever palavras aqui nunca escritas, versos com mais semelhança ao meu verdadeiro ser, minha verdadeira forma de viver. Ainda quero ver a alegria voltada no semblante de pessoas que amo, alegria essa que me fará uma pessoa ainda mais feliz, rumo aquela luz que se encontra bem no fundo do imenso túnel. Apenas quero ser feliz, vendo pessoas que amo felizes, um simples desabafo de alguém que ama a vocês, que sofrem...
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Renato Araújo.

Um comentário:

Nayara Macena Gomes disse...

RenaLto, aquela velha inspiração a que vc se refere é, na verdade, herança dos românticos, que dizem que seus escritos vinham de um momento único de inspiração. Na verdade, o escrever, até mesmo desses poetas, é fruto de um trabalho árduo, de tentaivas, erros e, claro, de acertos! Gostei do blog! Achei muito sincero.